Sociedade

Reabilitação das ruas avaliada em milhões

A partir do próximo ano, os luandenses vão começar a sentir os efeitos das mudanças que estão a ser operadas nas vias estruturantes da capital, que estão a beneficiar de obras profundas de reabilitação desde Setembro último, numa empreitada avaliada em 70 milhões de dólares.

A cargo da construtora Mota Engil e Griner, as obras visam a melhoria da segurança no tráfego e saneamento básico da zona e, fundamentalmente, das condições de vida das  populações em áreas a serem intervencionadas.
Numa visita de campo que serviu para constatar o andamento do trabalho em curso, o vice-governador de Luanda para Área Técnica e Infra-estrutura, José Paulo Kai, considerou positiva a execução das obras de revitalização dos eixos viários da cidade capital.
Paulo Kai disse ter observado uma evolução signi-ficativa das vias que se encontram dentro do casco urbano do município de Luanda. Lembrou que algumas destas estradas foram já concluídas e abertas, com maior relevância para a Rua  Marien Nguabi, onde foi executado o pavimento rígido. Para além desta empreitada, o vice-governador de Luanda para Área Técnica e Infra- estrutura constatou também a execução da via das Alfândegas que, do ponto de vista de pavimentação, também está concluída o primeiro troço, assim como a via Major Kanhangulo.
“As vias enumeradas não beneficiaram de intervenções muito profundas, mas,  enquanto decorriam os trabalhos, surgiram algumas situações que criaram muitos constrangimentos do ponto de vista de drenagem e  de circulação”, precisou.
De acordo com o responsável, existem três vias que são consideradas de intervenção profunda como, por exemplo, a da Quinta Avenida, no Cazenga.  “Temos o primeiro troço da rua da Fiaco, que vai até ao Centro de Formação do Cazenga. Pretendemos concluir os trabalhos até meados do próximo mês e depois daremos sequência da via da  Fiaco até à Deolinda Rodrigues, que já está em execução”.
Em relação à avenida Pedro de Castro Van Dúnem “Loy” até a Tourada, onde também os trabalhos  decorrem a bom ritmo, Paulo Kai  disse que a via é de intervenção profunda.