Sociedade
Cacuaco tem o maior número de vulneráveis
Isabel Salomão disse que na circunscrição estão cadastradas 350 famílias vulneráveis, a maioria das quais inseridas em actividades de pesca e agricultura, mas a viverem em condições precárias, em casas de chapas e improvisadas, o que na época chuvosa acarreta sérios problemas para as crianças e velhos.Pelo menos 36 famílias residentes em Cacuaco foram apoiadas, desde Janeiro, com materiais de construção e géneros alimentares de primeira necessidade, no âmbito do Programa de Apoio às Pessoas Carenciadas, da Direcção Municipal da Acção Social Família e Igualdade de Género.Segundo Isabel Salomão, recentemente uma família no Bairro dos Pescadores que perdeu um ente querido e os haveres, em consequência das fortes chuvas que caíram na região, teve direito a um funeral condigno, através de apoios prestados pela instituição, em parceria com Administração local.“Temos terrenos disponíveis para as famílias vulneráveis no distrito urbano do Sequele, mas infelizmente, muitas pessoas não aceitam viver lá, porque só querem casas feitas”, disse. Foram realizadas diversas actividades, com maior destaque para ciclos de formação em empreendedorismo, no sentido de as potenciar para melhor gerirem os seus pequenos negócios.