Política

Situação política e militar é normal

O chefe do Estado-Maior General das Forças Armadas Angolanas (FAA), Egídio de Sousa  e Santos “Disciplina”, considerou de estável e normal a situação política e militar na província de Cabinda.

O general de exército, que efectuou uma visita de três dias à Região Militar de Cabinda para avaliar a actual si-tuação de segurança ao longo da fronteira entre Angola e a RDC, disse que as tropas têm estado a dar cumprimento às orientações superiormente baixadas no que concerne à segurança das populações e do território.
Em Cabinda, o general Disciplina visitou várias unidades militares estacionadas ao longo da fronteira comum entre a província, o Congo Brazzaville e a RDC, onde se aguarda com expectativa pela divulgação dos resultados das eleições gerais de 30 de Dezembro.
Relativamente à RDC, o chefe do Estado-Maior General das FAA disse ter baixado orientações específicas que consistem no redobrar das medidas de segurança ao longo da fronteira comum. Exortou as forças a manterem-se vigilantes e continuar a dar cumprimento ao grau de preparação combativa. “Neste momento, temos uma atenção especial às nossas tropas para assegurar com maior vigilância a fronteira e as populações. Não há preocupações de maior nesse sentido”, assegurou o general.
Egídio de Sousa e Santos desmentiu as informações postas a circular nas redes sociais segundo as quais houve confrontações entre efectivos das FAA e supostos elementos da guerrilha separatista da FLEC no interior da província de Cabinda e que terão provocado baixas às forças governamentais.
“Os terroristas da FLEC sabem perfeitamente que isto não aconteceu, mas eles são livres de fazerem a montagem daquilo que eles pretendem para atingir os seus objectivos”, sublinhou o general de exército, tendo desafiado o alto comando da FLEC a “mostrar ao mundo o local onde isso aconteceu e os soldados das gloriosas FAA abatidos”.