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Grupo de peritos trabalha na Síria

Investigadores da Organização para a Proibição de Armas Químicas deslocaram-se ontem à Douma, perto da capital da Síria, para investigar o alegado ataque químico que desencadeou ataques ocidentais contra alvos do governo.

“A missão de investigação chegou ontem sábado a Damasco e espera-se que hoje trabalhe em Douma para começar a esclarecer a situação”, disse à agência France Presse o vice-ministro sírio dos Negócios Estrangeiros, Ayman Soussane. A declaração surgiu depois de o Governo sírio ter anunciado o controlo de todas as áreas rebeldes do leste de Ghouta.
“Vamos deixar a equipa fazer o seu trabalho profissional, objectiva, imparcial e longe de qualquer pressão das autoridades”, afirmou o ministro, considerando que os resultados vão demonstrar que são falsas as alegações de que foi o Governo sírio o culpado dos ataques.
A Organização para a Proibição de Armas Químicas (OPAQ) informou que vai manter o inquérito ao alegado ataque de armas químicas, do dia 7 e que provocou mais de 40 mortos e 500 feridos, apesar do ataque conjunto dos EUA, França e Reino Unido.
A missão recebeu um convite do Governo sírio, sob pressão da comunidade internacional, que nega a autoria do ataque.