Desporto

MCLaren ambiciona lutar pelo regresso aos pódios

A Mclaren viaja para 2019 com a esperança num resultado melhor que o de 2018. A sua parceria com a Renault pelo segundo ano consecutivo ainda não começou a impor-se nas pistas, mas mantém a intensa pesquisa e o desenvolvimento nos bastidores. A fabricante francesa está revitalizada na sua busca pela glória, depois de cinco épocas menos boas com a chegada dos motores híbridos.

Em 2018, a Mclaren teve melhorias na sua fiabilidade e classificação. O piloto espanhol Fernando Alonso chegou mesmo a disputar o sétimo e oitavo lugares no campeonato de pilotos, embora o belga Stoffel Vandoorne parecia não conseguir acompanhar o ritmo do espanhol, o que fez com que a equipa não renovasse o seu contrato.
Será que a equipa se vai destacar em 2019, com a chegada da nova dupla de pilotos: O espanhol Carlos Sainz Jr (ex-Renault) e o inglês Lando Noris (vice-campeão da Fórmula 2)?. A McLaren vai com os sonhos dos fãs da equipa às costas. Este ano a parceria com a Renault (pelo segundo ano) tem que funcionar para ambos os lados, pois quer a Mclaren quer a Renault estão "obcecadas" pelo regresso ao topo.
O motor Renault fez bons avanços em relação à Honda no ano passado. Conseguiu algumas vitórias com Ricciardo e Vesrtappen, o que também poderá acontecer nas equipas Renault e McLaren Renault. Esta parceria tem que funcionar para o bem das duas partes, pois se falhar a McLaren poderá ameaçar deixar a montadora francesa. Para os fãs da Mclaren, a equipa deverá ter sucesso e conseguir lutar por poles, pódios e vitórias. Se não tiver um motor capaz de dar esses resultados, este ano a equipa deve divorciar-se da Renault e procurar uma outra fornecedora.
A McLaren não pode cometer os erros da Williams, que ano após ano alonga o seu sofrimento com o propulsor Mercedes. O pedido é apenas para a Renault construir um motor mais competitivo e melhor que o do ano passado, para fazer frente à Mercedes e à Ferrari.
A Renault teve o privilégio de trabalhar com a sua equipa de fábrica (a Renault), a Red Bull e a própria McLaren. Há muitos motivos para a McLaren depositar confiança na Renault, já que estas equipas (Renault, Red Bull e Maclaren) tiveram bons resultados no ano passado.
Foi bom o progresso do motor Renault em 2018 para a McLaren, mas isto não foi suficiente para convencer Fernando Alonso a manter-se na antiga potência inglesa (McLaren), pois o piloto estava farto de ser o campeão mais humilhado dos últimos anos, e o único que não conseguia chegar ao pódio nem sequer ao quarto lugar.
Com a saída da dupla Fernando Alonso/ Stoffel Vandoorne e a chegada da outra dupla Carlos Sainz Jr/Lando Noris à equipa, espera-se que consiga o empurrão extra. Carlos Sainz Jr conhece bem o motor Renault, e fez um bom trabalho na equipa com o mesmo nome, pois apesar de ter mudado de equipa não o fez com o propulsor, já que a McLaren também usará motores Renault.
A luta será ver se a equipa conseguirá o mesmo que a Red Bull com o motor Renault nos últimos anos que foram "poles", pódios e vitórias. Até lá, vamos aguardar pelo início, o meio e o fim do campeonato que terá o seu arranque no dia 17 de Março no Grande Prémio da Austrália, em Albert Park, e o fim nos Emirados Árabes Unidos, Abu Dhabi, em Yas Marina, no dia 1 de Dezembro de 2019.